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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Adrenaline Mob - Omertá

Nota: 9

Primeiro grande lançamento de 2012 é o primeiro álbum da superbanda de Mike Portnoy, Mike Orlando, Russell Allen e o recém chegado a banda John Moyer. Mas ao contrário do que fizeram em seus trabalhos anteriores esses craques da música pesada inovaram e fizeram um álbum quase perfeito e muito diferente, rápido e cheio de groove, sem deixar a técnica de lado, o cd surpreende quem esperava um som muito virtuoso e bom o abuso de sons mais técnicos, assim como já mostrava o EP lançado ano pasado.

Undaunted já começa quebrando tudo, muito potente e empolgante com riffs pesados e um vocal agressivo fantástico de Allen e a bateria fora do comum de Portnoy a música é simplesmente perfeita, com todos os sons em perfeita harmonia. O solo de Orlando é insano, assim como os riffs, as levadas de bateria e as linhas de baixo. Psycosane segue o mesmo ritmo, muito agressiva e cheia de groove, com vocal agressivo inacreditável e cheia de riffs fantásticos e uma bateria insana, mostrando que a banda não esta de brincadeira e que não é apenas mais um projeto paralelo de seus membros, já que apresenta uma qualidade excepcional e completamente diferente dos trabalhos anteriores dos membros da banda.

Indifferent continua com a mesma levada, um heavy metal cheio de groove no estilo Black Label Society, muito boa música contando sempre com a sonoridade perfeita de seus integrantes que acertam em cheio cada nota e contagiam quem escutar a música. All On The Line é a primeira balada do cd, música com destaque total pra voz inacreditavelmente perfeita de Allen, que sai de uma linha de vocal completamente agressivo nas músicas anteriores e mostra uma voz limpa e suave, mostrando que é um dos melhores vocalistas da atualidade.

Hit The Wall é uma das quatro músicas lançadas no EP da banda ano passado, já conhecida pelos fãs tem lugar cativo no cd, já que também é forte e cheia de groove, com riffs fantásticos de Orlando e um vocal agressivo de Allen a música faz o ouvinte não parar de se mexer de tão contagiante que é. Feelin' Me segue a linha do cd e continua forte e com muito groove, com riffs contagiantes e um vocal agressivo de Allen, além de outro solo fantástico de Orlando.

Come Undone é um cover de Duran Duran, mas nem por isso sai do estilo do cd, a releitura é feita de uma maneira fantástica que torna a música muito mais agradável aos fãs de metal do que a original. Believe Me é mais uma das músicas que estavam no EP da banda lançado no ano passado e apesar de ser forte assim como todo o cd, não empolga tanto como as outras, é uma música boa, com um refrão mais cadenciado, mas acaba ficando um pouco abaixo das outras músicas do álbum, o que mostra a alta qualidade do cd.

Down To The Floor é um petardo incrivel do começo ao fim, cheia de riffs fantásticos de Orlando que se mostra um guitarrista inacreditavel e uma bateria cheia de groove a música tem uma pegada ótima e mostra que o álbum é constante, já que mesmo com as baladas não deixa escapar o ritmo forte e faz o ouvinte escutar todas as músicas do cd sem pular nenhuma. Angel Sky é outra balada, com uma cara meio hard rock e meio glam, a música é belíssima, o vocal limpo de Allen é simplesmente perfeito nessa música e se destaca dos demais integrantes da banda, que levam muito bem a música e deixam o vocal de Allen brilhar ainda mais, até mesmo o ótimo solo de Orlando, sempre tão imponente não consegue se comparar a voz do vocalista.

Freight Train termina o cd assim como ele começou, com uma paulada, um pequeno solo de bateria de Portnoy seguido de um riff matador de Orlando, a música é fantástica e empolgante como todo o cd, com um refrão contagiante a música fecha o cd com chave de ouro, Mike Orlando manda um solo impressionante enquanto Portnoy não deixa o ritmo cair nem por um segundo.


Melhores Músicas:

  • Undaunted
  • Psychosane
  • Hit The Wall
  • Angel Sky

Youtube:
















Integrantes:
Russell Allen - Vocal
Mike Orlando - Guitarra
Mike Portnoy - Bateria
John Moyer - Baixo

Músicas:
  1. Undaunted
  2. Psychosane
  3. Indifferent
  4. All On The Line
  5. Hit The Wall
  6. Feelin' Me
  7. Come Undone
  8. Believe Me
  9. Down To The Floor
  10. Angel Sky
  11. Freight Train

Próximo Post: Candlemass: Pslams For The Dead

terça-feira, 20 de março de 2012

Five Finger Death Punch - American Capitalist

Nota: 7

Com um som misto de Metal e Metalcore a banda traz um de seus cds mais pesados, cheios de riffs fortes e letras agressivas como sempre, ótima sequência para o álbum anterior War Is The Answer, mas ainda fica um pouco abaixo do anterior em qualidade. Com muita qualidade e criatividade a banda acerta mais um grande álbum em sua curta história de apenas 3 álbuns.

O cd já começa com American Capitalist, faixa que dá nome ao álbum, uma música potente com uma letra muito boa e cheia de riffs e solos fantásticos, um vocal pesado e um refrão marcante, fazendo da música a melhor do cd logo de cara. Under And Over IT continua com a mesma pegada de sempre, versos pesados com vocal agressivo e refrão com vocais limpos com letras fortes. Guitarras e bateria inspiradas com riffs pesados e solos muito bons.
The Pride começa mais cadenciada mas logo começa a paulera com guitarras afiadas e vocais agressivos, o melhor da música fica na ponte entre um refrão e o solo e o próprio solo, ambos feitos de maneira perfeita. Coming Down é uma balada, começa com um violão e tem um vocal limpo durante toda a música, aos poucos o violão some e da lugar a guitarra que durante o refrão sobe o som junto com a bateria e traz um pouco de peso a música. Com um vocal fantástico e um solo muito bom a música mesmo fugindo um poco do estilo agressivo da banda é uma das melhores músicas do cd.
Menace volta com todo o peso possível e mais um pouco, com uma bateria insana e um vocal muito agressivo. O peso não diminui em nenhum segundo da música, mesmo nos refrões onde o vocal volta a ser limpo a guitarra e a bateria não estão nem aí e continuam com a pancada até o final, e pra terminar um solo rápido e forte. Generation Dead começa com uma ótima linha de baixo que estava escondida no cd até agora, a guitarra e a bateria entram colocando o peso e o vocal vem bem sinistro e com uma letra forte como de costume. Uma das melhores músicas do álbum, muito completa com uma parte suave e outra pesada, ótimos riffs e solos, vocal muito bom.
Back For Me vem mais rápida e agressiva mas sem a mesma inspiração das anteriores, um nível abaixo, apesar de ser uma boa música não tem nenhum atrativo maior. Remember Everything é uma balada que tem um vocal muito bom e um ótimo solo, mas a música não agrada, é fraca.
Wicked Ways começa com um ótimo riff, muito pesado, com uma bateria muito forte e um vocal limpo. A música continua pesada até o fim, mas sem os vocais agressivos parece ficar faltando algo. As letras também começam a ficar mais fracas. If I Fall começa com um dedilhado de violão, mas logo vem a guitarra colocando o peso no lugar, vocal começa limpo, tem um pedaço agressivo e volta a ficar limpo no refrão. boa música, com um ótimo instrumental cheio de riffs e levadas de bateria inspiradas.
Pra terminar o álbum vem 100 Ways To Hate muito pesada, com um riff matador e um vocal incrivelmente agressivo. Muito forte a música é uma explosão de ódio, no melhor estilo Metalcore, uma das melhores músicas do cd, com riffs fantásticos e um solo muito bom a música é a mais pesada do cd.


Melhores Músicas:
  • American Capitalist
  • Coming Down 
  • Generation Dead  
  • 100 Ways To Hate 

Youtube:



Integrantes:
Zoltan Bathory – Guitarra
Jason Hook – Guitarra
Chris Kael – Baixo
Ivan Moody – Vocal
Jeremy Spencer – Bateria


Músicas:
1. American Capitalist
2. Under and Over It
3. The Pride
4. Coming Down
5. Menace
6. Generation Dead
7. Back for More
8. Remember Everything
9. Wicked Ways
10. If I Fall
11. 100 Ways to Hate


Próximo Post: Adrenaline Mob - Omertá

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Sacrificed - The Path Of Reflections

Nota: 9

Depois de muito tempo volto ao blog com a banda Sacrificed. Mais uma banda nacional com um fantástico som, o álbum é o debut da banda mineira de Heavy Metal. O som chama muita atenção pela qualidade e pelo vocal feminino que não é lírico e não tem nenhum traço gótico ou de ópera como existe na maioria dos casos, é um vocal por muitas vezes agressivo e limpo muito bom. Com um som impressionante a banda começa com tudo, mostrando a todos que tem um futuro promissor, guitarras afiadas, bateria insana e um vocal fantástico.

Winds Of Liberty começa o cd com uma introdução instrumental suave no estilo The Ecstasy Of Gold do Metallica, preparando os ouvidos pra começar a paulada que é Soulitude que já começa furiosa com riffs super pesados, uma bateria fantástica e um pequeno solo. O refrão cadencia um pouco a música mas logo ela volta ao normal, os riffs e solos são de cair o queixo e fazem com que a música seja logo de cara a melhor do cd.
Endless Sin continua com todo o peso deixado pela anterior, com riffs poderosos e um vocal muito bom a música continua tocando em um alto nível de qualidade, sendo uma das melhores do cd. Destaque da música é pro vocal de Kell Hell que dá um grito impressionante no meio da música e logo depois vem um pedaço meio que acústico com um vocal mais falado e sinistro, assim que o peso volta vem os solos quebrando tudo.
Walking Through The Flames começa mais tranquila, mais cadenciada que as anteriores é meio que uma balada, tem um instrumental muito bom e um ótimo vocal apesar de estar mais baixo do que deveria, a música vai ganhando peso aos poucos, mas logo para e começa do zero de novo suave, no meio da música tem um solo curto e muito bom e mais pro final tem outro que é fantástico e termina com um ótimo dedilhado. Before A Dream volta com o peso dos riffs e a bateria violenta com muita inspiração e um vocal suave de Kell Hell as vezes sumido atrás das guitarras e bateria tentando amenizar o altíssimo peso imposto pela banda, a música tem além das guitarras inspiradas um ótimo refrão e solo apesar de curto.
Call Of Insanity começa como um petardo com muito peso e velocidade e diminui pouco quando entra o vocal. Um bom refrão e já vem o primeiro solo bem curto e preciso, a música é potente do primeiro ao último segundo e conta até com um solo de baixo muito bom. Red Garden começa também muito pesada demonstrando o arsenal imenso de riffs que a banda trouxe para o álbum, sendo todos muito bem executados e com muita qualidade. No meio da música há uma quebrada e um dedilhado um vocal de fundo e um som de chuva, tudo muito sinistro, ao entrar da bateria começa um solo bem melódico que logo acaba e do nada vem um riff poderoso com tudo anunciando a velocidade do solo insano que vem em seguida. Uma das melhores musicas do cd.
Prison Mind trás o peso já mostrado com riffs fantásticos e muito cativantes, um vocal mais sinistro no começo mas logo voltando ao normal, o refrão é o mais marcante de todo o cd e isso faz com que a música tenha algo a mais que as outras, sendo uma das melhores do cd, muito forte porém mais cativante. Far Away To Feel começa com um solo bom e um peso, mas assim que o solo acaba o peso some e vem um violão para fazer um verso mais cadenciado dando mais destaque pra vocalista. O peso volta com riffs fortes mas mais cadenciados do que o normal, embora muito bons, mostrando que essa não será uma balada. Na hora do solo a cadencia aumenta deixando o solo mais melódico no começo, ao voltar o peso o solo aumenta a velocidade se mostrando um dos melhores do cd e antes do final da música Kell Hell trás mais um grito longo muito bom pra fechar a música.
The Truth Beneath The Laments é a mais pesada de todo o cd, contando com um vocal gutural de Lânio Araújo (da banda Tormento) que mostra uma outra cara da banda, extremamente pesada com uma bateria insana a música é muito forte e tem muita qualidade. No final da música tem uma quebra e o vocal gutural trás o peso estilo Pantera pra fechar o cd com tudo.

Melhores Músicas:
  • Soulitude
  • Endless Sin
  • Red Garden
  • Prison Mind

Youtube: Soulitude















Integrantes:
Kell Hell – Vocal
Thales Piassi – Bateria
Diego Oliveira – Guitarra
Vitor Almeida – Guitarra
Bruno Bavose – Baixo

Musicas:
1. Winds of Liberty
2. Soulitude
3. Endless Sin
4. Walking Through Flames
5. Before a Dream
6. Call of Insanity
7. Red Garden
8. Prison Mind
9. Far Away to Feel
10. The Truth Beneath the Laments

Próximo Post: Five Finger Death Punch - American Capitalist

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Nickelback - Here And Now

Nota: 7

Sei que muitos não irão gostar desse post, mas sim eu gosto de Nickelback, o nome do blog pode ser Metal Reviews, mas não se prende somente ao bom e velho Heavy Metal, e sim a todos os estilos de Rock, seja Death Metal, Glam, Grunge ou Progressivo. O Nickelback é uma banda boa, mas um tanto desprezada no mundo do Rock por povoar programas de tv com clipes de baladas e várias músicas comercias demais pro Rock, se tornando muito pop para a maioria dos amantes da música pesada.

Ao contrário do que aparenta pelos clipes, o Nickelback não é uma banda somente de baladas e mostra muito isso neste novo cd, músicas pesadas para os padrões do Rock Alternativo atual, com um som parecido com o antigo Hard Rock só que mais modernizado. Um bom álbum, apesar de meio inconstante e com algumas músicas muito fracas, comerciais e sem inspiração, com menos baladas e mais guitarra e letras sobre brigas, bebidas, fama e  mulheres.

This Means War começa o cd com força, uma música muito empolgante com bons riffs pesados e um refrão marcante, um vocal muito bom. A música tem tudo que uma música de Rock precisa, riffs, solos, bateria, vocal, peso e muita empolgação, com certeza uma das melhores do cd. Bottoms Up é um hino a bebida, outra vez com riffs pesados e um ótimo vocal a música é a melhor do cd, mostra toda a força do Rock atual. Outra música muito empolgante que dá vontade de reunir os amigos e ir para o bar mais próximo e farrear até não poder mais.
When We Stand Together é daquelas músicas que você provavelmente vai ver na tv e vai odiar, com razão, muito comercial e sem a força das anteriores ela desanima um pouco por ser muito fraca e pop. A música não tem nenhum atrativo para o público mais pesado. Mas Midnight Queen vem e coloca o cd de novo no caminho do Rock, com uma letra típica de rock, mulheres, bar e briga. Bem empolgante e forte a música é muito boa com riffs muito bons e um solo curto. Gotta Get Some tem um ótimo gingado com o baixo e riffs fortes e pesados, letra sobre sexo em músicas nunca é demais né, então mais um ponto positivo pra banda. Um bom solo e um refrão marcante, a música é boa e muito gostosa de se ouvir.
Lullaby é outra que você vai ver na tv em breve, uma balada como as melhores da banda, a música é boa, e é toda focada na ótima voz de Chad. Pode até odiar, mas é uma balda bem feita e tem as suas qualidades. Kiss It Goodbye volta com o peso, tem uma ótima letra sobre fama, é bem empolgante e tem ótimos riffs e um refrão fantástico, muito agradável de ouvir é uma das melhores músicas do cd.
Trying Not To Love You como já diz no próprio nome é uma balada romântica daquelas que toca na rádio e destrói todo o poder da banda de fazer um Rock mais pesado, a música vende, mas não para a comunidade do rock e sim do pop. A música é fraca e não tem muita inspiração, é uma daquelas baladas que são só mais uma pra vender, não tem nenhum atrativo maior, pouca criatividade jogando tudo pra cima do vocal como sempre. Holding On To Heaven é outra fraca e sem muita inspiração, não chega a ser uma balada, mas não tem aquela empolgação e peso das primeiras. Um pouco mais parecidas com as músicas dos primeiros cds da banda com guitarras tímidas escondidas atras do vocal e da bateria.
Everything I Wanna Do volta com um pouco do peso e da empolgação, com um bom riff de baixo a música é boa, nada de mais, mas é mais solta e boa de ouvir, principalmente os refrões que são muito bons. Uma boa letra sobre sexo e um solo curto. Don't Ever Let It End é outra música fraca, extremamente comercial sem inspiração, sem peso, sem guitarra, só voz e bateria aparecem em uma música que não é uma balada, mas chega bem perto.


Melhores Músicas:
  • This Means War
  • Bottoms Up
  • Midnight Queen
  • Kiss It Goddbye

Youtube: Bottoms Up

















Integrantes:
Chad Kroeger – Vocal e Guitarra
Ryan Peake – Guitarra
Mike Kroeger – Baixo
Daniel Adair – Bateria

Músicas:
1.This Means War
2.Bottoms Up
3.When We Stand Together
4.Midnight Queen
5.Gotta Get Me Some
6.Lullaby
7.Kiss It Goodbye
8.Trying Not to Love You
9.Holding on to Heaven
10.Everything I Wanna Do
11.Don't Ever Let It End

Próximo Post: Sacrificed - The Path Of Reflections

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Foo Fighters - Wasting Light

Nota: 8


O álbum foi muito esperado pelos fãs da banda, já que não lançavam um cd inteiro de inéditas desde 2007. Com certeza é o trabalho mais pesado da banda de Dave Grohl, com muito destaque pra bateria e vocal extraordinário do antigo baterista do Nirvana. A novidade fica por conta da terceira guitarra, feita por Pat Smears com muita competência, não se enrola com as outras e não entra tomando o espaço de ninguém, simplesmente complementa a banda com um ótimo som.


Bridge Burning começa apresentando cada um dos instrumentos de cada vez e um grito de Dave Grohl pra começar o cd com tudo. Depois riffs secos e rápidos usados muito bem e as vezes aumentando mais o volume e dando mais peso. Música bem típica do estilo Foo Fighters de rock alternativo, muito gostosa de ouvir. Rope já aparenta ser um pouco mais trabalhada e tens ótimos riffs e ainda bem fiel ao som característico da banda e assim como a primeira fica pesada em vários momentos, nessa é principalmente no solo, que é curto e muito bem feito.
Dear Rosemary tem uma levada mais cadenciada e os riffs não são mais tão rápidos como nas anteriores, o destaque fica pro vocal de Dave, muito bom. A música é meio que uma balada, com uma letra mais romântica e com a grande bateria de Taylor mais quieta do que o normal. White Limo é uma obra-prima com riffs perfeitos e mais pesados da banda e um vocal incrivelmente agressivo com alguns gritos de Dave e uma bateria que não para um segundo de Taylor a música é a mais pesada de toda a história da banda e a melhor do cd.
Alandria tenta abaixar um pouco o fogo deixado pela música anterior e é mais tranquila, aumentando o volume só nos refrões, mas fica bem abaixo das outras músicas do álbum, sendo uma das mais fracas do cd, apesar de ter um som bem típico da banda e ser boa. These Days vai na contra mão de White Limo, é um obra-prima lenta, super trabalhada e com riffs fantásticos e cadenciados e um vocal extraordinário. Sendo uma das melhores do cd e de toda a história da banda que já coleciona clássicos.
Back & Forth é bem pesada e leva os versos com riffs secos mas nos refrões solta e deixa todo o peso da música voar. A música é fantástica do começo ao fim e tem um solo muito bom, é com certeza uma das melhores e mais pesadas do cd, sem sair do estilo da banda. A Mater Of Time segue exatamente o mesmo esquema, bem pesada tem nos versos riffs rápidos e secos e riffs mais soltos no refrão e durante o solo, apesar de ser muito parecida com a anterior não tem o mesmo impacto.
Miss The Misery ao contrário das anteriores não é tão pesada e é mais solta e com riffs mais baixos durante os versos pra deixar o vocal reinar com toda a sua qualidade. Tem um ótimo refrão e um bom solo também, de vez em quando fica mais pesada mas logo volta ao normal. I Should Have Know começa bem tranquila com um dedilhado e o vocal bem tranquilo, muito bonita a música é uma surpresa agradável e suave no meio de um cd pesado para os padrões da banda. Destaque especial novamente para o vocal de Dave Grohl que é simplesmente perfeito, com alguns gritos, dando uma intensidade muito interessante pra música.
O cd termina com Walk, uma música perfeita para terminar o cd, com o som característico da banda, guitarras com riffs marcantes, secos no começo e soltos depois, alguns pesados, bateria incansável e um ótimo vocal, com alguns gritos histéricos que são fantásticos.


O álbum é bom, um dos mais consistentes da banda, mas não alcança toda a expectativa criada em cima dele. Mostra um Dave Grohl impecável como vocalista, sabendo medir cada grito melhor do que nunca. Depois de ouvir o cd inteiro fica a sensação de ter ouvido uma das melhores bandas de Rock Alternativo que existem fazer mais um cd fantástico.


Melhores Músicas:

  • Bridge Burning
  • White Limo
  • These Days
  • I Should Have Know

Youtube: These Days (live on Letterman)

Integrantes:
Dave Grohl - Voz e Guitarra
Nate Mendel – Baixo
Taylor Hawkins – Bateria
Chris Shiflett – Guitarra
Pat Smear – Guitarra


Músicas:
1 Bridge Burning
2 Rope
3 Dear Rosemary
4 White Limo
5 Arlandria
6 These Days
7 Back & Forth
8 A Matter of Time
9 Miss the Misery
10 I Should Have Known
11 Walk


Próximo Post: Nickelback- Here And Now

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Lost Forever - Rising

Nota: 10

Um cd simplesmente perfeito. O som dos caras é demais, puro Metal Progressivo, uma das melhores descobertas que fiz nesses tempos, essa banda é nacional e já está no seu quarto cd, contando um EP e um Demo. Guitarras impressionantes, vocal perfeito e um conjunto de teclado, baixo e bateria que manda muito bem, com certeza esse é o melhor cd dessa fantástica banda. Pena não ter o espaço que merece na mídia, pois bandas como essa provam que o heavy metal nacional é tem tanta qualidade quanto o gringo.

O cd começa com Perfect Machine, uma música pesada e impressionante com uma bateria de cair o queixo e as guitarras dando um show de criatividade com riffs pesados e solos inspiradíssimos, o vocal limpo e muito bom, horas mais agressivo e horas mais suave, música fantástica. A segunda é Sheltering Darkness que é outra paulada, esbanjando riffs e com uma bateria muito forte, a música é muito agradável de se ouvir, com um refrão bem marcante e solos muito bons é uma das melhores do cd.
Aletheia é outra música forte e pesada, começa com uma bateria muito boa e um ótimo solo, seguindo com um riffs pesado e um vocal suave. No refrão a música fica mais cadenciada e o vocal toma toda a atenção pela qualidade e harmonia, antes do final ainda tem uma levada pesada com vocal agressivo e um outro solo de cair o queixo, outro refrão e um solo de teclado. Rising continua o cd muito bem, ótima música, pesada e com ótimos riffs, um vocal agressivo durante os versos e mais suave nos refrões. Logo depois do primeiro refrão já vem um solo impressionante e volta o peso. Não é a toa que essa música dá nome ao cd, no meio da música tem um solo simplesmente perfeito de baixo seguido por um de teclado e pra terminar um solo de guitarra, todos fantásticos, sendo os dois primeiros mais cadenciados e o último mais rápido e pesado pra voltar sem quebrar o ritmo da música.
Nexus é mais cadenciada com riffs de teclado e baixo no começo abrindo espaço pra guitarra. Nos verso a voz fica um bom tempo só com o baixo fazendo um fundo fantástico e dando um clima meio sombrio pra música. Os solos dessa música são muito bons e caem como uma luva na música. O destaque da música é o vocal simplesmente perfeito de James. Com pequenas doses de peso a música é uma das mais progressivas do álbum. With Your Own Eyes começa bem cadenciada e sinistra com um dedilhado de guitarra lindo e depois de um pequeno riffs de teclado vem o peso das guitarras e da bateria quebrando tudo. A música é muito boa e tem ótimos riffs e um vocal muito bom e mais um solo fantástico.
Absence And Fear começa com uma instrumento de cada vez, começando pelo teclado e depois entrando o baixo, a bateria e por último a guitarra fazendo um pequeno solo e depois um riff poderoso pra começar o verso com tudo. Depois de jogar um verso pesado o refrão diminui a velocidade e da uma suavizada na medida certa na música. O solo cadencia de novo a música, começando mais rápido ele para e trás de volta o peso aos poucos começando com um baixo arrasador e terminando com uma guitarra fantástica, ótima música. Brewing My Hate é uma das mais pesadas do álbum, esbanjando riffs excelentes e ótimos solos, é um pouco cadenciada,  mas tem muito peso e um solo extremamente sombrio.
Pra terminar o cd com chave de ouro vem One Letter For Vengeance. A música é perfeita do começo ao fim, super progressiva tem 15 minutos e é hora suave e hora pesada, todos os integrantes estão perfeitos nessa música. Uma verdadeira obra-prima, uma das melhores músicas de Metal Progressivo que já ouvi, no nível das melhores composições Dream Theater e Symphony X.

Melhores Músicas:

  • Sheltering Darkness 
  • Rising
  • With Your Own Eyes
  • Absence And Fear
  • One Letter For Vegeance
Youtube: Nexus (live at Teatro Odisséia)


Integrantes:
James Galvão - Voz
Fábbio Nunes - Guitarra
Leônidas Martins - Guitarra
André De Lemos - Baixo
Hudson Guedes - Teclado
Rene Shulte - Bateria

Músicas:
  1. Perfect Machine
  2. Sheltering Darkness
  3. Aletheia
  4. Rising
  5. Nexus
  6. With Your Own Eyes
  7. Absence And Fear
  8. Brewing My Hate
  9. One Letter For Vegeance
Próximo Post: Foo Fighters - Wasting Light

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Morbid Angel - Illud Divinum Insanus

Nota: 7


Um tanto polêmico o novo cd da maior banda de Death Metal do mundo trás algumas inovações que não agradaram alguns dos fãs mais antigos da banda. A banda deu uma modernizada no seu som, colocando algumas baterias eletrônicas e um jogo de teclados muito interessante, apesar da crítica de muitos o álbum não é ruim, e pode ser considerado como o Black Álbum, do Metallica, da banda, alguns vão amar e outros irão odiar.


O álbum começa com uma música de introdução, completamente instrumental Omni Potens abre para Too Extreme! uma música boa mas que abusa um pouco dos efeitos eletrônicos que a banda tenta introduzir no cd. a música tem alguns bons riffs e levadas de bateria eletrônica, percebe-se também um vocal mais suave do que o acostumado. A música faz com que os fãs percam completamente o interesse no cd, já que é muito diferente e eletrônico.
Existo Vulgoru é muito mais pesada e já tem mais a cara do som da banda, ainda com alguns elementos eletrônicos a música é uma das melhores do cd já que combina muito bem o peso da banda com o som eletrônico que querem colocar no cd. Blades For Baal começa com uma bateria insana e tem um vocal muito forte mas infelizmente os riffs da guitarra de Trey estão baixos e só são ouvidos quando se presta atenção maior na música, essa tem menos sons eletrônicos, mas não consegue ser tão boa quanto outras do cd. O som da guitarra aumenta na hora do solo, que é simplesmente fantástico e ai volta a pancada.
I Am Morbid é muito boa e forte com ótimos riffs e um solo ensurdecedor a música é uma das raras obras-primas desse cd, simplesmente perfeita pro propósito desse novo cd e é seguida pela melhor música do cd 10 More Dead que é muito pesada embora seja mais cadenciada, a música tem uma letra forte e guitarra e bateria afinadíssimas, um refrão marcante a música é o ponto alto do cd com um pouco de eletrônica, mas sem atrapalhar o som da banda.
A banda aproveita o pique e manda logo na sequência Descructos vs. The Earth - Attack outra boa música com uma boa letra mas que abusa do som eletrônico e é mais cadenciada e com o vocal mais suave que já ouvi numa música do Morbid Angel. Nevermore é uma música muito boa, extremamente rápida e com uma bateria nada menos que insana e riffs alucinantes e com o vocal mais pesado do cd inteiro, uma música que parece mais com o som antigo da banda, simplesmente ensurdecedor.
Beauty Meets Beast continua a pegada pesadíssima da banda, a música é boa, mas inda fica um pouco atrás das outras. Outra música que poderia muito bem ter aparecido no meio dos cds mais antigos da banda. Radikult começa começa com um tom mais sinistro e um baixo até que entra uma batida eletrônica e acaba com a música que vinha muito bem, um vocal muito suave e riffs cadenciados e mais simples, a música é fraca demais e é um grande equivoco da banda.
Profundis - Mea Culpa encerra o álbum com um toque cadenciado, mas pesado e com qualidade e com vários elementos eletrônicos, deixando a impressão que ou a banda mudará o seu som mesmo ou simplesmente exagerou ao colocar tantos sons eletrônicos nas músicas. 


Melhores Músicas:

  • Existo Vulgoru
  • I Am Morbid
  • 10 More Dead
  • Nevermore
Youtube: Existo Vulgoré



Integrantes:
David Vincent — Vocal, Baixo
Trey Azagthoth — Guitarra
Destructhor — Guitarra
Tim Yeung — Bateria



Músicas:
1.Omni Potens 2:28
2.Too Extreme! 6:13
3.Existo Vulgoré 3:59
4.Blades for Baal 4:52
5.I Am Morbid 5:16
6.10 More Dead 4:51
7.Destructos Vs. the Earth / Attack 7:15
8.Nevermore 5:07
9.Beauty Meets Beast 4:56
10.Radikult 7:37
11.Profundis - Mea Culpa 4:05


Próximo Post: Lost Forever - Rising

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Children Of Bodom - Relentless Reckless Forever

Nota: 8


Embora não tenha nenhuma música extraordinária todas as músicas são muito boas e fazem com que o álbum seja constante em seu som. A crescente da banda é fantástica e aos poucos vai alcançando o topo do Death Metal com autoridade, Relentless Reckless Forever é um álbum pesado cheio de riffs e solos insanos que combinam perfeitamente com o vocal gutural de Alexi Laiho. O resultado é um álbum um pouco mais cadenciado e com o uso do teclado de forma perfeita, um dos melhores cds da banda, mais um pra coleção.


Not My Funeral começa o cd com tudo, um estouro de guitarras insanas e uma bateria arrasadora, o peso da banda é evidentemente diferente de bandas como o Morbid Angel e outras de Death Metal. O teclado dá um toque fantástico e preenche bem alguns espaços entre os riffs com passagens impressionantes, e também dá um toque mais moderno a banda finlandesa. Shovel Knockout começa com um riff de baixo muito bom acompanhado da bateria e depois a guitarra entra tb com um riff fantástico, a música é um pouco mais pesada que a anterior, com solos de cair o queixo. Com certeza uma grande música e uma das melhores do cd.
Roundtrip To Hell And Back é a melhor do cd, um pouco mais cadenciada, mas sem perder o peso da banda a música é muito boa e bem trabalhada, o teclado tem um destaque maior sem roubar o espaço dos outros instrumentos que continuam impecáveis. Pussyfoot Miss Suicide continua um pouco mais cadenciada, embora um pouco mais veloz do que a anterior a música é muito boa e com solos fantásticos mostra a regularidade do cd que não cai de qualidade, empolgação ou criatividade.
Relentless Reckless Forever é uma das melhores do cd também, levando o peso com riffs cadenciados com uma bateria muito forte e algumas passagens de teclado, um refrão bem marcante e solos fantásticos a música é um dos pontos altos do cd. Ugly volta com a agressividade e a velocidade com o peso característico da banda, a música é uma pancada do começo ao fim, muito boa a música tem mais aspectos dos cds anteriores, com seus riffs rápidos e agressivos mesclados com riffs mais cadenciados e o teclado.
Cry Of The Nihilist continua no pique da anterior, muito veloz e agressiva tem um peso fantástico com riffs e solos muito bons a música é muito boa e tem um ótimo refrão, sempre com muita qualidade. Was It Worth It? é a ligação perfeita entre o esse cd e os anteriores, a música é pesada, as vezes muito rápida e outras mais cadenciada, solos de guitarra e teclado e o baixo e a bateria segurando o peso da música, uma das melhores do cd com certeza. Northpole Throwdown é a última música, a última pancada que a banda dá em seus ouvintes, a música é a mais rápida do cd com pouco mais de dois minutos, cheia de riffs e vocais agressivos que poderiam rasgar sua orelha.




Melhores Músicas:


  • Shovel Knockout
  • Roundtrip To Hell And Back
  • Relentless Reckless Forever
  • Was It Worth It?
Youtube: Roundtrip To Hell And Back






Integrantes:
Alexi ‘Wildchild’ Laiho - voz e guitarra
Roope Latvala - guitarra
Janne Warman - teclados
Henkka T. Blacksmith - baixo
Jaska W. Raatikainen - bateria


Músicas:
01. Not My Funeral
02. Shovel Knockout
03. Roundtrip To Hell And Back
04. Pussyfoot Miss Suicide
05. Relentless Reckless Forever
06. Ugly
07. Cry Of The Nihilist
08. Was It Worth It?
09. Northpole Throwdown


Próximo Post: Morbid Angel - Illud Divinum Insanus

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Overkill - Ironbound

Nota: 9


Grande álbum, Trash Metal puro, típico dos anos 80, guitarras afiadas, vocal agressivo, bateria insana e baixo segurando o peso do som. Com solos e refrões fantásticos Ironbound é o melhor disco que já ouvi do Overkill, e um dos melhores que ouvi em 2011, com algumas obras-primas e composições constantes e extremamente pesadas. 


O álbum começa com The Green And Black uma música de oito minutos com um estilo bem Metallica, um começo meio suave e logo depois a paulada começa. A música é muito boa, com riffs fantásticos e um vocal bem agressivo e um refrão bem marcante, mostrando que a banda não está pra brincadeira. Irounbound continua com todo o peso inicial e com certeza é a melhor música do cd e uma das melhores da história da banda. A música é um paraíso de riffs e solos, com uma bateria insana e um refrão que pega logo na primeira vez que se escuta, simplesmente perfeita ainda tem um solo melódico de cair o queixo. 
Depois de uma música tão forte como Ironbound o nível não pode cair então vem Bring Me The Night uma música forte e pesadíssima no melhor estilho do Trash Metal dos anos oitenta, é simplesmente fantástica e implora por um "bate cabeça", ainda mais quando escutada no volume máximo. The Goal Is Your Soul continua com todo o peso e poder que a banda trouxe nas primeiras músicas. Com uma introdução estilo Metallica assim como na primeira música e logo vem a pancada com mais uma série de riffs e solos pra esse cd.
Give A Little vem com o peso que a banda está acostumada a trazer, sempre com muita qualidade, a música agrada e é boa, mas fica um passo atrás das quatro primeiras que são verdadeiras obras-primas feitas pela banda. E assim vem Endless War música que tem ótimos solos, riffs, levadas de bateria, vocais, baixo e tudo mais, outra obra-prima da banda.
Em The Head And Heart percebemos que o cd está chegando ao fim, a música já se mostra um pouco diferente do que a banda trouxe até agora, continuando muito boa e com qualidade a banda desacelera um pouco, mas sem tirar o peso com riffs mais cadenciados e um vocal mais grave em várias partes. In Vain é mais rápida e forte, é uma música boa, mesmo estando um pouco atrás das outras tem uma levada muito boa e agradável.
Killing For A Living e The SRC acabam com o cd com o mesmo peso com que começou, esbanjando riffs e levando os metaleiros à loucura com levadas de bateria, riffs e vocais insanos e matadores. As músicas fecham o cd perfeitamente e dão a quem escuta a banda pela primeira vez a sensação de uma descoberta incrível e aos velhos fãs da banda a de presenciar o auge de uma das grandes bandas de Trash Metal que existem.


Melhores Músicas:
  • Irounbound
  • Bring Me The Night
  • The Goal Is Your Soul
  • Endless War
Youtube: Bring Me The Night



Formação:
Bobby ‘Blitz’ Ellsworth - voz
Dave Linsk - guitarra
Derek Tailer - guitarra
D.D. Verni - baixo
Ron Lipnicki - bateria

Músicas:

01. The Green And Black
02. Ironbound
03. Bring Me The Night
04. The Goal Is Your Soul
05. Give A Little
06. Endless War
07. The Head And Heart
08. In Vain
09. Killing For A Living
10. The SRC

Próximo Post: Children Of Bodom - Relentless Reckless Forever

sábado, 24 de dezembro de 2011

Metallica - Beyond Magnetic [EP]

Nota: 9


Por ser um EP feito com as musicas que não foram utilizadas no último cd de estúdio da banda, o Death Magnetic, é normal que as músicas não sejam tão boas quanto as que entraram no cd, mas o que se vê não é bem isso. O cd é muito bom, forte e agradável de se ouvir, se você gostou do Death Magnetic com certeza você irá gostar desse EP. Hate Train, Just A Bullet Away, Hell And Back e Rebel Of Babylon são músicas que expressam muito bem o que é o Metallica nessa nova fase. Músicas pesadas e com qualidade fora do normal.


Hate Train é a primeira do EP, já começa extremamente pesada e jorrando riffs e solos para todos os lados, o vocal de Hetfield está agressivo como na maior parte do Death Magnetic. No refrão tem uma quebra no peso e um momento balada muito bem feito pela voz do Hetfield e as guitarras dele e do Kirk, mas não demora muito e o peso já volta esmagando o seu ouvindo. 
Just a Bullet Away segue o mesmo esquema e é extremamente pesada no melhor estilo Metallica, a banda continua jorrando riffs e solos para o delírio dos fãs. A música é boa, embora mais fraca que a maioria das músicas presentes no Death Magnetic.
Hell And Back já é uma música um pouco mais trabalhada, onde se percebe que a banda não se preocupou somente em atirar riffs e solos para todos os lados, a música é meio que uma balada com um toque mais sinistro que ficou muito bom, um pouco diferente do que foi feito no Death Magnetic que é bem mais agressivo. 
Rebel Of Babylon é das músicas do EP a que mais merecia estar entre as músicas do Death Magnetic, ela começa bem suave, mas logo mostra seu peso. O voz do Hetfield está fantástica e as guitarras muito bem sincronizadas com a bateria e o baixo. A música é muito bem trabalhada e pesada, com riffs e solos impressionantes, inclusive um pequeno solo de baixo do Trujillo.


O que esse EP mostra é que o Metallica já superou a fase Reload e St. Anger e toda a crise interna que existia. As composições estão seguindo uma mesma linha, muito boa por sinal, pesada mas com a qualidade que se espera de uma banda como o Metallica e criando uma expectativa enorme para o próximo álbum de estúdio da banda.




Melhores Músicas: 

  • Hell And Back
  • Rebel Of Babylon


Youtube: Rebel Of Babylon



Integrantes:
James Hetfield - Guitarra e Vocal
Kirk Hammet - Guitarra
Robert Trujillo - Baixo
Lars Ulrich - Bateria

Músicas:
  1. Hate Train (6:58)
  2. Just A Bullet Away (7:10)
  3. Hell And Back (6:57)
  4. Rebel Of Babylon (8:02)

domingo, 11 de dezembro de 2011

Trivium - In Waves

Nota: 7

A banda traz mais um cd muito bom e que com certeza irá agradar os fãs, mas assim como todos os seus álbuns In Waves exagera na quantidade, sao 18 música, muitas delas ótimas e todas com uma qualidade muito alta, mas o cd fica um tanto cansativo, já que sao muitas músicas e pouca variação de som, que é um mix de Metalcore, Heavy e Trash Metal. O que fica é mais um bom trabalho da banda e a certeza de que com uma redução e seleção das melhores músicas teríamos um cd quase perfeito e que seria o melhor da história da banda facilmente.

Capsizing The Sea começa o cd com qualidade, uma introdução de um minuto e meio com uma percussão muito boa. Passado a introdução está na hora de levantar o som, In Waves vem com muito peso e muita qualidade, é fácil perceber o porque é a música que dá o nome ao cd, já que é claramente uma das melhores composições da banda e a melhor desse cd. Inception Of The End mantem o nível alto e de muito peso, com vocais fantásticos e uma bateria ensurdecedora, com riffs e solos muito bons a música é uma das melhores do cd. Em Dusk Dismantle o peso continua, a música transborda riffs violentos e levadas de bateria, sendo muito boa, consistente e gostosa de ouvir.
Watch The World Burn é muito boa, mantem o peso das guitarras e bateria, o vocal é que muda a cara da música, deixando os gritos mais raros e valorizando mais o vocal limpo, passando mais pro Heavy Metal do que o Trash que as primeiras músicas passavam. Black continua com o vocal limpo como principal, uma ótima escolha por sinal, deixando a música fantástica já que as guitarras, o baixo e a bateria continuam com muita qualidade e muito peso. Em A Skyline's Severance o vocal volta a sua forma gritada, dando um peso maior a música. Aí começamos a perceber que a banda exagerou na quantidade de músicas, tendo muitas bem parecidas, embora sempre impecáveis quando se fala em qualidade.
Percebendo isso a banda começa o CD de novo com outra introdução, Ensnare The Sun, essa mais leve e com violões como destaque ao invés da bateria. Built To Fall é uma ótima música, com os vocais limpos, mas sem aquele peso todo da primeira parte do CD, a música tem um som mais Metalcore do que Heavy ou Trash, a qualidade é a mesma, solo muito bom e riffs bem sólidos, a bateria cai um pouco, devido a falta de peso, mas se junta bem com o resto da música.  Em Caustic Are The Ties That Bind volta o peso e o vocal gritado, a banda tenta inovar no meio da música tirando o peso e voltando com o vocal limpo e depois um solo e volta o peso, mas criatividade da banda vai caindo e a música é um tanto cansativa de se ouvir, principalmente se ouvirmos o CD inteiro em sequência.
Forsake Not The Dream também parece mais Metalcore com o vocal gritado, lembrando um pouco o som do Avenged Sevenfold, música sem inspiração e fraca pro nível que o CD tenta impor, apesar de ser pesada e bem tocada. Drowning In Slow Motion volta pro som mais pesado, com muita força e o vocal intercalado, a música até agrada, mas não desperta nada especial. Continuando temos A Grey So Dark é uma mistura de tudo o que o CD trouxe até agora na parte mais leve, vocal limpo e coros, a música é um tanto fraca. Chaos Reigns é o resumo da parte pesada e mais Trash do álbum, é boa mas não tem nada que as outras não tenham e fica um pouco pra trás.
Of All These Yesterdays é uma balada, primeira e única do CD, trás algo que ninguém esperava ouvir a essa altura do CD, a música é boa assim como é inesperada e agrada muito, sendo uma das grandes surpresas do CD. Leaving The World Behind é outra introdução, essa para o fim do cd. Shattering The Skies Above começa muito bem com riffs convincentes e um vocal bem agressivo e um refrão o vocal agressivo continua mas o vocal limpo tem mais destaque, o solo da música é um pouco mais melódico do que a música pede, mas ainda sim é muito bom e termina as inéditas do cd com chave de ouro. A última música do cd é um cover, Slave New World é um clássico do Sepultura e apesar de não ter a qualidade do Sepultura o cover foi muito bem feito e caiu como uma luva no cd.


Melhores Músicas:

  • In Waves
  • Inception Of The End
  • Dusk Dismantle
  • Black


Youtube: In Waves



Integrantes:
Matt Heafy - Vocal/Guitarra
Corey Beaulieu - Guitarra
Nick Augusto - Bateria
Paolo Gregoletto - Baixo


Músicas:
  1. Capsizing the Sea
  2. In Waves
  3. Inception Of The End
  4. Dusk Dismantled
  5. Watch The World Burn
  6. Black
  7. A Skyline's Severance
  8. Ensnare The Sun
  9. Built To Fall
  10. Caustic Are The Ties That Bind
  11. Forsake Not The Dream
  12. Drowning In Slow Motion
  13. A Grey So Dark
  14. Chaos Reigns
  15. Of All These Yesterdays
  16. Leaving This World Behind
  17. Shattering The Skies Above
  18. Slave New World (Cover Sepultura)


Próximo Post: Beyond Magnetic [EP] - Metallica

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Almah - Motion

Nota: 9


Almah começou como um projeto paralelo de Edu Falaschi e Felipe Andreoli ambos do Angra, e aos poucos foi ficando sério e com a pausa dada pelo Angra o Almah deixou de ser um projeto e virou realidade, a banda mostra um cd muito bom e pesado, um cd de power metal da maior qualidade. A produção do cd superou a do último cd que já havia sido muito boa e também a do Aqua, último cd do Angra. Os fãs que estavam tristes pela possibilidade da separação do Angra ganham uma ótima banda com ótimos músicos onde todos se mostram inspirados a fazer o melhor.


O álbum começa com Hypnotized que mostra um peso fantástico e um Edu muito diferente nos vocais, com um vocal bem pesado, dosando bem os agudos. A música é muito boa e dá sequencia aos álbuns anteriores da banda, com guitarras sempre muito pesadas acompanhadas pela bateria e baixo. Em Living And Drifting a pegada continua a mesma, muito peso e um refrão empolgante, riffs muito bons, assim como o solo, com um animo que parecia ausente no último cd do Angra. Days Of The New é uma das melhores músicas do cd, com riffs inspirados e pesados, um destaque um pouco maior pra voz de Edu e uma bateria muito boa, tem um refrão mais cadenciado e um solo de cair o queixo, simplesmente fantástica.
Bullets On The Altar é a primeira balada, com Edu soltando toda a sua voz, levando a música a um outro nível, a música aos poucos vai ficando pesada mas sem deixar de ser balada, com mais um solo fantástico. A paulada volta com Zombies Dictator, uma música que beira o trash metal de tão pesada e com um vocal muito pesado durante os versos, coisa que nunca vi no Angra ou em qualquer outra banda de power metal nacional. A música é simplesmente fantástica e supera todas as expectativas que tinha sobre esse cd e sobre a banda em si. Trace Of Trait continua com a mesma pegada com um vocal muito bom de Edu, muito pesado, a música é uma das melhores do cd, muito boa, com uma qualidade impressionante nos riffs, solos, levadas de bateria e tudo mais.
Soul Alight é uma das mais pesadas do cd, completamente ensurdecedora, com um teclado legal, a voz de Edu  é um destaque a parte, muito consistente e empolgante. Os solos são de derrubar qualquer um, os riffs são espetaculares o refrão é um pouco mais cadenciado, mas sem estragar a música. Late Night In '85 é o ponto máximo do cd, melhor música, mais bem trabalhada. Segunda balada do cd com  Edu destruindo no vocal, bem cadenciada com um solo muito bom e um "pano de fundo" muito agradável. 
Daydream Lucidity volta com o peso, mas ao contrário das outras não empolga muito, embora seja bem rápida e pesada com riffs muito bons ela não está no mesmo patamar do resto do cd, não que a música seja ruim, o cd é que é muito bom e a deixou um pouco pra trás. When And Why fecha o cd, outra balda, muito boa, muito bem trabalhada, com um violão muito gostoso de se ouvir assim como o vocal, sem baixo, sem guitarra, sem bateria, a música é só o violão e a voz. Música que dá vontade de cantar junto, fecha o cd com chave de ouro.


É impossível ouvir Almah e não compará-lo ao som do Angra, já que tanto o vocalista como o baixista tocam nas duas bandas. Ao tentar comparar percebemos a diferença dos trabalhos e principalmente a diferença da voz de Edu Falaschi, que se mostra muito mais pesada e mais grave do que o visto nos seus álbuns com o Angra, o peso da banda é completamente outro. 




Melhores Músicas:

  • Days Of The New
  • Zombies Dictator
  • Trace Of Trait
  • Late Night In '85
  • When And Why
Youtube: Late Night In '85



Integrantes:
Edu Falaschi - Vocais
Marcelo Barbosa - Guitarra
Paulo Schroeber - Guitarra
Felipe Andreoli - Baixo
Marcelo Moreira - Bateria


Músicas:
  1. Hypnotized (5:16)
  2. Living And Drifting (4:01)
  3. Days Of The New (4:38)
  4. Bullets On The Altar (4:32)
  5. Zombies Dictator (4:39)
  6. Trace Of Trait (4:25)
  7. Soul Alight (4:19)
  8. Late Night in '85 (3:44)
  9. Daydream Lucidity (5:12)
  10. When And Why (3:44)


Próximo Post: Trivium - In Waves

domingo, 27 de novembro de 2011

Symfonia - In Paradisum

Nota: 5


A banda prometia um álbum impecável, que se transformasse em referência no estilo, mas o que se vê no cd não é bem isso, a banda que conta com os consagrados André Matos (ex-angra), Timo Tolkki (ex-stratovarius), Jari Kainulainen (ex-stratovarius também), Mikko Härkin (ex-sonata arctica) e Uli Kusch (ex-helloween) não corresponde com o esperado e faz um álbum bem abaixo das expectativas dos fãs. Não é que o cd seja ruim, mas convenhamos, com músicos como estes o que se espera é um cd perfeito de power metal. O cd é um tanto repetitivo, todo baseado no vocal de André Matos, com poucos riffs e solos de guitarra o cd é uma decepção aos fãs do gênero.


O cd começa com Fields Of Avalon, que começa fingindo ser um petardo, com um riff muito legal, mas ai já entra o teclado sumindo com a guitarra e a bateria q apesar de ter um som de destaque fica quase a música toda na mesma coisa, o vocal de André está bom, mas não o suficiente pra salvar a música, a voz dele é fantástica, quando bem usada... no refrão tem um coro de fundo que praticamente encobre a voz dele, a música também tem solos de guitarra e teclado, burocráticos e que passam quase despercebidos na música.
Come By The Hills já começa com o teclado e a guitarra entra em cima com tudo, depois parece uma guerra de egos, é a guitarra que atropela o teclado quando ele começa a ter destaque, o baixo q só aparece no meio do vocal com a bateria quase apagando seu som... no meio dessa guerra a única coisa que permanece intacta é a voz de André Matos que ofusca todos os outros da banda com sua voz aguda e marcante.
Em Santiago parece haver uma melhora, um entendimento entre os integrantes, a música é pesada com um som muito parecido com o da banda solo do André Matos, boa música, bem constante, dando aos fãs aquilo que eles pediram, power metal da melhor qualidade, com um solo bem cadenciado que destoa um pouco da música que é bem pesada e agitada, mas muito bom... uma das poucas músicas boas desse cd.
Alayna é uma balada 100% André Matos, com o resto da banda fazendo apenas o fundo, o vocalista mostra toda a sua qualidade e o porque quase assumiu os vocais do Iron Maiden, dando um verdadeiro show, sendo fácil uma das melhores do cd.
Forevermore e Pilgrim Road são legais, mas sem atrativos... não empolgam... tem uma bateria legal, são pesada, mas não são o tipo de música capaz de se destacar no cd, a segunda abusa do teclado.
In Paradisum é a melhor música do cd e uma das melhores que já ouvi com André Matos, simplesmente perfeita, começa com um coro que some e no meio do silencio começa o vocal e um dedilhado muito bem feitos, o peso volta e com ele o coro, a guitarra acerta um riff com a bateria dando o suporte perfeito pro vocal, o refrão é algo impressionante com André segurando notas agudas por vários segundos de um jeito que poucos vocalistas no mundo conseguiriam fazer, tem bons solos de guitarra e teclado, nada de extraordinário, depois do solo e de umas falas de crianças volta a voz suave e o dedilhado até o refrão voltar com tudo.
Rhapsody In Black e I Walk In Neon mostram que a banda achou o seu equilíbrio, embora não tenha encontrado seu som, os instrumentos pararam de entrar um no meio do outro, mas os músicos se mostram sem inspiração, fazendo músicas normais. Ambas são agradáveis de se ouvir, mas não animam ninguém.
O cd termina com Don't Let Me Go, outra balada fantástica pra André Matos, onde praticamente só o vocalista trabalha, com os outros músicos fazendo o pano de fundo pra não atrapalhar... o que faz a música ser muito boa, simples, agradável e muito sensível.


O que fica depois de ouvir o cd é a decepção de ver músicos muito respeitados fazendo um cd fraco e em sua maior parte sem inspiração, tendo como seu único ponto positivo a perfeição da voz de André Matos que mostra que não perdeu a voz que o consagrou na época do Angra. E se a banda continuar depois desse fiasco esperamos um segundo cd mais inspirado e que empolgue os fãs porque temos uma expectativa enorme ao vermos músicos como eles trabalhando juntos.




Melhores Músicas:
  • Alayna
  • In Paradisum
  • Don't Let Me Go
Youtube: Don't Let Me Go



Integrantes:
André Matos - Vocal
Timo Tolkki - Guitarra
Jari Kainulainen - Baixo
Mikko Härkin - Teclado
Uli Kusch - Bateria


Músicas:
  1. Fields Of Avalon (5:09)
  2. Come By The Hills (5:01)
  3. Santiago (5:54)
  4. Alayna (6:17)
  5. Forevermore (5:31)
  6. Pilgrim Road (3:37)
  7. In Paradisum (9:35)
  8. Rhapsody In Black (4:34)
  9. I Walk In Neon (5:44)
  10. Don't Let Me Go (3:56)


Próximo Post: Almah - Motion

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Saxon - Call To Arms

Nota: 9


Esse é o bom e velho Heavy Metal, daqueles que dá gosto de ouvir e não faz mal a ninguém... é assim que o Saxon sempre tocou e continua tocando... o som pode ser simples, mas é exatamente aquilo que queremos ouvir, as vezes vira um Hard Rock, mas logo volta pro lugar de origem. Call To Arms é um ótimo cd e com certeza irá agradar os fãs da banda.


O cd já começa com tudo, Hammer Of The Gods é uma clássica música de Heavy Metal, rápida com riffs pesados, uma bateria ensurdecedora, um vocal forte, com refrão forte e um solo impecável, mostrando para os ouvintes que a banda está disposta a fazer um cd forte e fantástico, como aqueles dos anos 80. Back in '79 é um pouco mais cadenciada, mas ainda sim bem pesada, com um vocal muito bom de Byford, que com certeza é o destaque do cd com uma voz impecável, música muito boa, bem gostosa de ouvir. Surviving Against The Odds é uma das músicas do cd que acaba soando como Hard Rock, a música é muito boa e tem um refrão bem marcante, que mesmo ao ouvir a música pela primeira vez já dá vontade de sair por ai cantarolando, um solo curto mas muito bem feito.
Mists Of Avalon é a primeira obra-prima do cd, muito bem trabalhada a música impressiona em todos os quesitos, é completa e transpira Heavy Metal, daquelas que podemos ouvir e ouvir de novo várias vezes sem se cansar, as guitarras são um espetáculo a parte nessa música, muito bem entrosadas nos riffs e solos. Logo em seguida vem a melhor música do cd Call To Arms, simplesmente perfeita, bem cadenciada, quase uma balada, Byford dá uma aula de como se canta uma música de Heavy Metal, enquanto as guitarras colocam o peso na hora certa, sem atropelarem o vocal e com um solo que beira a perfeição.
Chasing The Bullet é outra música de Hard Rock no meio do cd... muito bem feita, empolgante e muito gostosa de se ouvir, com um refrão marcante pra cantar junto, o baixo aparece um pouco mais nessa música do que nas anteriores enquanto as guitarras e a bateria mantem o alto nível de qualidade com solos, levadas e riffs sempre muito bem entrosados e bem feitos. Afterburner e When Doomsday Comes é o Heavy Metal em sua melhor forma... pesadas, fortes, rápidas e ensurdecedoras, a primeira lembra um pouco o som do Judas Priest, duas das melhores músicas do cd, a bateria é fantástica e os solos e riffs muito afiados, um presente aos fãs headbangers da banda.
No Rest For The Wicked segue a mesma pegada, com as guitarras soltando cada vez riffs mais pesados, um refrão mais cadenciado, e mais no meio da música um jogada interessante, um refrão mais falado de maneira sinistra com um violão de fundo... e depois volta a paulera que nos acostumamos a ouvir... música muito boa, um pouco abaixo das anteriores, mas ainda sim fantástica. Antes de acabar o cd temos uma mistura muito bem feita de Heavy Metal com Hard Rock, Ballad Of The Working Man mostra que é possível unir os dois estilos em uma música e fazer com que ela seja impecável.
E pra acabar o cd com chave de ouro uma amostra orquestrada da melhor música do cd, Call To Arms, dando um toque meio que épico pra música, ficou muito boa, mas não tanto quanto a original.




Melhores Músicas:

  • Mists Of Avalon
  • Call To Arms
  • Afterburner
  • When Doomsday Comes
Youtube: Call To Arms [Orquestral Version]






Integrantes:

Biff Byford - Vocais
Paul Quinn - Guitarra
Doug Scarratt - Guitarra
Nibbs Carter - Baixo
Nigel Glockler - Bateria




Músicas:

  1. Hammer Of The Gods (4:19)
  2. Back In '79 (3:26)
  3. Surviving Against The Odds (2:59)
  4. Mists Of Avalon (4:59)
  5. Call To Arms (4:27)
  6. Chasing The Bullet (4:12)
  7. Afterburner (3:04)
  8. When Doomsday Comes (4:26)
  9. No Rest For The Wicked (3:06)
  10. Ballad Of The Working Man (3:44)
  11. Call To Arms [Orquestral Version] (4:27)




Próximo Post: Symfonia - In Paradisum