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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Almah - Motion

Nota: 9


Almah começou como um projeto paralelo de Edu Falaschi e Felipe Andreoli ambos do Angra, e aos poucos foi ficando sério e com a pausa dada pelo Angra o Almah deixou de ser um projeto e virou realidade, a banda mostra um cd muito bom e pesado, um cd de power metal da maior qualidade. A produção do cd superou a do último cd que já havia sido muito boa e também a do Aqua, último cd do Angra. Os fãs que estavam tristes pela possibilidade da separação do Angra ganham uma ótima banda com ótimos músicos onde todos se mostram inspirados a fazer o melhor.


O álbum começa com Hypnotized que mostra um peso fantástico e um Edu muito diferente nos vocais, com um vocal bem pesado, dosando bem os agudos. A música é muito boa e dá sequencia aos álbuns anteriores da banda, com guitarras sempre muito pesadas acompanhadas pela bateria e baixo. Em Living And Drifting a pegada continua a mesma, muito peso e um refrão empolgante, riffs muito bons, assim como o solo, com um animo que parecia ausente no último cd do Angra. Days Of The New é uma das melhores músicas do cd, com riffs inspirados e pesados, um destaque um pouco maior pra voz de Edu e uma bateria muito boa, tem um refrão mais cadenciado e um solo de cair o queixo, simplesmente fantástica.
Bullets On The Altar é a primeira balada, com Edu soltando toda a sua voz, levando a música a um outro nível, a música aos poucos vai ficando pesada mas sem deixar de ser balada, com mais um solo fantástico. A paulada volta com Zombies Dictator, uma música que beira o trash metal de tão pesada e com um vocal muito pesado durante os versos, coisa que nunca vi no Angra ou em qualquer outra banda de power metal nacional. A música é simplesmente fantástica e supera todas as expectativas que tinha sobre esse cd e sobre a banda em si. Trace Of Trait continua com a mesma pegada com um vocal muito bom de Edu, muito pesado, a música é uma das melhores do cd, muito boa, com uma qualidade impressionante nos riffs, solos, levadas de bateria e tudo mais.
Soul Alight é uma das mais pesadas do cd, completamente ensurdecedora, com um teclado legal, a voz de Edu  é um destaque a parte, muito consistente e empolgante. Os solos são de derrubar qualquer um, os riffs são espetaculares o refrão é um pouco mais cadenciado, mas sem estragar a música. Late Night In '85 é o ponto máximo do cd, melhor música, mais bem trabalhada. Segunda balada do cd com  Edu destruindo no vocal, bem cadenciada com um solo muito bom e um "pano de fundo" muito agradável. 
Daydream Lucidity volta com o peso, mas ao contrário das outras não empolga muito, embora seja bem rápida e pesada com riffs muito bons ela não está no mesmo patamar do resto do cd, não que a música seja ruim, o cd é que é muito bom e a deixou um pouco pra trás. When And Why fecha o cd, outra balda, muito boa, muito bem trabalhada, com um violão muito gostoso de se ouvir assim como o vocal, sem baixo, sem guitarra, sem bateria, a música é só o violão e a voz. Música que dá vontade de cantar junto, fecha o cd com chave de ouro.


É impossível ouvir Almah e não compará-lo ao som do Angra, já que tanto o vocalista como o baixista tocam nas duas bandas. Ao tentar comparar percebemos a diferença dos trabalhos e principalmente a diferença da voz de Edu Falaschi, que se mostra muito mais pesada e mais grave do que o visto nos seus álbuns com o Angra, o peso da banda é completamente outro. 




Melhores Músicas:

  • Days Of The New
  • Zombies Dictator
  • Trace Of Trait
  • Late Night In '85
  • When And Why
Youtube: Late Night In '85



Integrantes:
Edu Falaschi - Vocais
Marcelo Barbosa - Guitarra
Paulo Schroeber - Guitarra
Felipe Andreoli - Baixo
Marcelo Moreira - Bateria


Músicas:
  1. Hypnotized (5:16)
  2. Living And Drifting (4:01)
  3. Days Of The New (4:38)
  4. Bullets On The Altar (4:32)
  5. Zombies Dictator (4:39)
  6. Trace Of Trait (4:25)
  7. Soul Alight (4:19)
  8. Late Night in '85 (3:44)
  9. Daydream Lucidity (5:12)
  10. When And Why (3:44)


Próximo Post: Trivium - In Waves

domingo, 27 de novembro de 2011

Symfonia - In Paradisum

Nota: 5


A banda prometia um álbum impecável, que se transformasse em referência no estilo, mas o que se vê no cd não é bem isso, a banda que conta com os consagrados André Matos (ex-angra), Timo Tolkki (ex-stratovarius), Jari Kainulainen (ex-stratovarius também), Mikko Härkin (ex-sonata arctica) e Uli Kusch (ex-helloween) não corresponde com o esperado e faz um álbum bem abaixo das expectativas dos fãs. Não é que o cd seja ruim, mas convenhamos, com músicos como estes o que se espera é um cd perfeito de power metal. O cd é um tanto repetitivo, todo baseado no vocal de André Matos, com poucos riffs e solos de guitarra o cd é uma decepção aos fãs do gênero.


O cd começa com Fields Of Avalon, que começa fingindo ser um petardo, com um riff muito legal, mas ai já entra o teclado sumindo com a guitarra e a bateria q apesar de ter um som de destaque fica quase a música toda na mesma coisa, o vocal de André está bom, mas não o suficiente pra salvar a música, a voz dele é fantástica, quando bem usada... no refrão tem um coro de fundo que praticamente encobre a voz dele, a música também tem solos de guitarra e teclado, burocráticos e que passam quase despercebidos na música.
Come By The Hills já começa com o teclado e a guitarra entra em cima com tudo, depois parece uma guerra de egos, é a guitarra que atropela o teclado quando ele começa a ter destaque, o baixo q só aparece no meio do vocal com a bateria quase apagando seu som... no meio dessa guerra a única coisa que permanece intacta é a voz de André Matos que ofusca todos os outros da banda com sua voz aguda e marcante.
Em Santiago parece haver uma melhora, um entendimento entre os integrantes, a música é pesada com um som muito parecido com o da banda solo do André Matos, boa música, bem constante, dando aos fãs aquilo que eles pediram, power metal da melhor qualidade, com um solo bem cadenciado que destoa um pouco da música que é bem pesada e agitada, mas muito bom... uma das poucas músicas boas desse cd.
Alayna é uma balada 100% André Matos, com o resto da banda fazendo apenas o fundo, o vocalista mostra toda a sua qualidade e o porque quase assumiu os vocais do Iron Maiden, dando um verdadeiro show, sendo fácil uma das melhores do cd.
Forevermore e Pilgrim Road são legais, mas sem atrativos... não empolgam... tem uma bateria legal, são pesada, mas não são o tipo de música capaz de se destacar no cd, a segunda abusa do teclado.
In Paradisum é a melhor música do cd e uma das melhores que já ouvi com André Matos, simplesmente perfeita, começa com um coro que some e no meio do silencio começa o vocal e um dedilhado muito bem feitos, o peso volta e com ele o coro, a guitarra acerta um riff com a bateria dando o suporte perfeito pro vocal, o refrão é algo impressionante com André segurando notas agudas por vários segundos de um jeito que poucos vocalistas no mundo conseguiriam fazer, tem bons solos de guitarra e teclado, nada de extraordinário, depois do solo e de umas falas de crianças volta a voz suave e o dedilhado até o refrão voltar com tudo.
Rhapsody In Black e I Walk In Neon mostram que a banda achou o seu equilíbrio, embora não tenha encontrado seu som, os instrumentos pararam de entrar um no meio do outro, mas os músicos se mostram sem inspiração, fazendo músicas normais. Ambas são agradáveis de se ouvir, mas não animam ninguém.
O cd termina com Don't Let Me Go, outra balada fantástica pra André Matos, onde praticamente só o vocalista trabalha, com os outros músicos fazendo o pano de fundo pra não atrapalhar... o que faz a música ser muito boa, simples, agradável e muito sensível.


O que fica depois de ouvir o cd é a decepção de ver músicos muito respeitados fazendo um cd fraco e em sua maior parte sem inspiração, tendo como seu único ponto positivo a perfeição da voz de André Matos que mostra que não perdeu a voz que o consagrou na época do Angra. E se a banda continuar depois desse fiasco esperamos um segundo cd mais inspirado e que empolgue os fãs porque temos uma expectativa enorme ao vermos músicos como eles trabalhando juntos.




Melhores Músicas:
  • Alayna
  • In Paradisum
  • Don't Let Me Go
Youtube: Don't Let Me Go



Integrantes:
André Matos - Vocal
Timo Tolkki - Guitarra
Jari Kainulainen - Baixo
Mikko Härkin - Teclado
Uli Kusch - Bateria


Músicas:
  1. Fields Of Avalon (5:09)
  2. Come By The Hills (5:01)
  3. Santiago (5:54)
  4. Alayna (6:17)
  5. Forevermore (5:31)
  6. Pilgrim Road (3:37)
  7. In Paradisum (9:35)
  8. Rhapsody In Black (4:34)
  9. I Walk In Neon (5:44)
  10. Don't Let Me Go (3:56)


Próximo Post: Almah - Motion

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Saxon - Call To Arms

Nota: 9


Esse é o bom e velho Heavy Metal, daqueles que dá gosto de ouvir e não faz mal a ninguém... é assim que o Saxon sempre tocou e continua tocando... o som pode ser simples, mas é exatamente aquilo que queremos ouvir, as vezes vira um Hard Rock, mas logo volta pro lugar de origem. Call To Arms é um ótimo cd e com certeza irá agradar os fãs da banda.


O cd já começa com tudo, Hammer Of The Gods é uma clássica música de Heavy Metal, rápida com riffs pesados, uma bateria ensurdecedora, um vocal forte, com refrão forte e um solo impecável, mostrando para os ouvintes que a banda está disposta a fazer um cd forte e fantástico, como aqueles dos anos 80. Back in '79 é um pouco mais cadenciada, mas ainda sim bem pesada, com um vocal muito bom de Byford, que com certeza é o destaque do cd com uma voz impecável, música muito boa, bem gostosa de ouvir. Surviving Against The Odds é uma das músicas do cd que acaba soando como Hard Rock, a música é muito boa e tem um refrão bem marcante, que mesmo ao ouvir a música pela primeira vez já dá vontade de sair por ai cantarolando, um solo curto mas muito bem feito.
Mists Of Avalon é a primeira obra-prima do cd, muito bem trabalhada a música impressiona em todos os quesitos, é completa e transpira Heavy Metal, daquelas que podemos ouvir e ouvir de novo várias vezes sem se cansar, as guitarras são um espetáculo a parte nessa música, muito bem entrosadas nos riffs e solos. Logo em seguida vem a melhor música do cd Call To Arms, simplesmente perfeita, bem cadenciada, quase uma balada, Byford dá uma aula de como se canta uma música de Heavy Metal, enquanto as guitarras colocam o peso na hora certa, sem atropelarem o vocal e com um solo que beira a perfeição.
Chasing The Bullet é outra música de Hard Rock no meio do cd... muito bem feita, empolgante e muito gostosa de se ouvir, com um refrão marcante pra cantar junto, o baixo aparece um pouco mais nessa música do que nas anteriores enquanto as guitarras e a bateria mantem o alto nível de qualidade com solos, levadas e riffs sempre muito bem entrosados e bem feitos. Afterburner e When Doomsday Comes é o Heavy Metal em sua melhor forma... pesadas, fortes, rápidas e ensurdecedoras, a primeira lembra um pouco o som do Judas Priest, duas das melhores músicas do cd, a bateria é fantástica e os solos e riffs muito afiados, um presente aos fãs headbangers da banda.
No Rest For The Wicked segue a mesma pegada, com as guitarras soltando cada vez riffs mais pesados, um refrão mais cadenciado, e mais no meio da música um jogada interessante, um refrão mais falado de maneira sinistra com um violão de fundo... e depois volta a paulera que nos acostumamos a ouvir... música muito boa, um pouco abaixo das anteriores, mas ainda sim fantástica. Antes de acabar o cd temos uma mistura muito bem feita de Heavy Metal com Hard Rock, Ballad Of The Working Man mostra que é possível unir os dois estilos em uma música e fazer com que ela seja impecável.
E pra acabar o cd com chave de ouro uma amostra orquestrada da melhor música do cd, Call To Arms, dando um toque meio que épico pra música, ficou muito boa, mas não tanto quanto a original.




Melhores Músicas:

  • Mists Of Avalon
  • Call To Arms
  • Afterburner
  • When Doomsday Comes
Youtube: Call To Arms [Orquestral Version]






Integrantes:

Biff Byford - Vocais
Paul Quinn - Guitarra
Doug Scarratt - Guitarra
Nibbs Carter - Baixo
Nigel Glockler - Bateria




Músicas:

  1. Hammer Of The Gods (4:19)
  2. Back In '79 (3:26)
  3. Surviving Against The Odds (2:59)
  4. Mists Of Avalon (4:59)
  5. Call To Arms (4:27)
  6. Chasing The Bullet (4:12)
  7. Afterburner (3:04)
  8. When Doomsday Comes (4:26)
  9. No Rest For The Wicked (3:06)
  10. Ballad Of The Working Man (3:44)
  11. Call To Arms [Orquestral Version] (4:27)




Próximo Post: Symfonia - In Paradisum

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Whitesnake - Forevermore

Nota: 8

Quem espera quele Whitesnake dos anos 80 não irá encontrá-lo aqui, mas quem espera uma ótima banda com um Hard Rock de alta qualidade vai encontrar. O Whitesnake pode não ser mais aquela banda espetacular que foi nos anos 80, mas mostra que ainda é bem capaz de fazer álbuns convincentes e muito bons, assim como o Good To Be Bad o Forevermore aposta no entrosamento de Aldich e Coverdale pra fazer um som pesado e muito empolgante, o cd é puro Hard Rock, coisa rara hoje em dia.

A primeira música do cd é Steal Your Hart Away mostra que Aldrich e Coverdale estão inspirados e dispostos a fazer desse álbum mais um clássico pra história do Whitesnake, a música é muito boa, bem Hard Rock mesmo e tem um refrão contagiante, riffs fantásticos e um solo de cair o queixo. All Out Of Luck começa som uma guitarra impressionante, parecendo um pouco com a guitarra de Slash na época de Gun 'N Roses... a voz de Coverdale como sempre é o destaque do cd, muito forte e constante... assim como na primeira música essa é bem Hard Rock, com os versos mais pesados e um refrão contagiante onde enchemos o peito pra cantar junto. O cd continua com Love Will Set You Free não é tão pesada quanto as outras, mas também tem bons riffs e um solo fantástico.
Easier Said Than Done é a primeira balada do cd, bem ao estilo Whitesnake, espetacular... os vocais de Coverdale nessa música é muito bom, mostrando o porque é um dos maiores vocalistas da história do rock, Aldrich apesar de mais apagado nessa música faz um ótimo solo e leva muito bem a música acompanhando o vocal, deixando ela muito bonita e agradável de se ouvir, uma das melhores do cd.
Ai o peso volta com Tell Me How, a música é Hard Rock puro, riffs fortes, refrão marcante e solo espetacular, a música é uma das melhores do cd. I Need You apesar de seguir o estilo do cd não empolga e fica um pouco atrás das outras. One Of These Days é outra balada, mas um pouco diferente da primeira, essa tem um violão ao fundo e uma batida um pouco mais agitada do que a outra, boa mas também falta alguma coisa, não tem inspiração... não empolga.
Em Love & Treat Me Right a inspiração volta, a música tem riffs e vocais fantásticos, pode não ser uma obra-prima mas é uma ótima música e tem um solo impressionante de Aldrich. Dogs In The Street é excelente... puro Hard Rock, Coverdale fantástico de novo e Aldrich destrói a sua guitarra com o melhor solo do cd e um dos melhores que já ouvi no Whitesnake, com certeza uma das melhores do cd.
Ai vem mais uma balada Fare Thee Well é tipo a One Of these Days, boa balada, com um violão de fundo, uma batida mais agitada e não empolga, apesar do esforço de Coverdale. Whipping Boys Blues segue o esquema do cd, é Hard Rock, nada mais... tem alguns riffs bons mais nada de novo e que leve os ouvintes ao delírio, é uma boa música.
My Evil Ways começa com um solo de bateria inspiradíssimo fazendo com que pela primeira vez no álbum nos viremos para o novo baterista Brian Tichy, que apesar de não aparecer muito no cd faz sua parte bem e não deixa a banda na mão, a música é muito boa, tem uma guitarra fantástica com riffs e um solo muito bom. A banda fecha o cd com Forevermore, e fecha com chave de ouro, um dedilhado muito bom e Coverdale lembrando os tempos de Deep Purple, uma balada muito boa, melhor música do cd, bem tocante e com outro solo muito bom de Aldrich.

Melhores Músicas:

  • Easier Said Than Done
  • Tell Me How
  • Dogs In The Street
  • Forevermore
Youtube: Forevermore


Integrantes:
David Coverdale - Vocais
Doug Aldrich - Guitarra
Reb Beach - Guitarra
Michael Devin - Baixo
Brian Tichy - Bateria

Músicas:

  1. Steal Your Hart Away (5:18)
  2. All Out Of Luck (5:27)
  3. Love Will Set You Free (3:51)
  4. Easier Said Than Done (5:12)
  5. Tell Me How (4:40)
  6. I Need You (3:48)
  7. One Of These Days (4:52)
  8. Love & Treat Me Right (4:13)
  9. Dogs In The Street (3:47)
  10. Fare Thee Well (5:17)
  11. Whipping Boys Blues (5:01)
  12. My Evil Ways (4:32)
  13. Forevermore (7:23)

Próximo Post: Saxon - Call To Arms 

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Symphony X - Iconoclast

Nota: 6

Bom cd, ótimo para os novos fãs da banda, para fãs de Metal, nem tanto para os fãs antigos. A banda cada vez mais se afasta do som progressivo que a consagrou e se aproxima do metal, com riffs pesados, vocal agressivo, músicas mais curtas, mais objetivas. O cd é um tanto cansativo de se ouvir, já que muitas músicas são praticamente iguais. O destaque do cd é Russel Allen que mostra toda a sua versatilidade com vocais muito agressivos e em algumas passagens com vocais limpos e fantásticos de se ouvir, com certeza é um dos melhores vocalistas da atualidade. O ponto fraco é o baixo, praticamente ausente em todo o cd.

Iconoclast flerta com o antigo som da banda, apesar de muito pesada ainda trás muitos traços de progressivo com o teclado e vozes de fundo no começo, é a música mais longa do cd, intercala muito bem o metal com o progressivo deixando a música com um som muito bom e agradável de se ouvir, com um refrão meio épico a música é um verdadeiro festival de riffs e a voz de Russel Allen está forte como sempre, dá um peso diferente a música, tornando ela a melhor do cd.
The End Of Inocence já começa com um solo de cair o queixo, uma levada de bateria e lá vem o peso com tudo, inclusive a voz de Russel, que é com certeza o destaque da banda nesse cd, apesar das fases maravilhosas de Michael Romeo, Pinnella e Jason Rullo. A música assim como as outras do cd trás muito do álbum anterior Paradise Lost, mostrando poucas novidades em questão de som, mas fazendo a continuação perfeita. Antes do solo surgir a música mostra um pouco mais do seu som progressivo, que sempre agrada muito.
Dehumanized é mais uma paulada que a banda lança no cd, com um vocal ensurdecedor de Russel e um refrão mais cadenciado, a banda trás mais uma música daquelas moldadas que são iguais as outras da banda, sem deixar de lado a qualidade e a obsessão pela perfeição já característica da banda. Nesse mesmo molde de músicas pesadas da banda vem Bastards Of The Machine, com um solo no começo e riffs pesados com o vocal agressivo e um refrão mais cadenciado e depois a volta da paulada até o solo impecável e mais um refrão antes da música acabar. E assim continua o cd com The Heretic, outra música muito boa, mas meio repetitiva no meio do cd.
Children Of A Faceless God muda um pouco o jeito do cd e trás uma cara mais cadenciada apesar de pesada ainda, a banda flerta com a sua praticamente ignorada parte progressiva e abraça com tudo seu jeito mais metal, a voz de Russel fica mais limpa, dando um animo pra quem escuta o cd de que algo especial pode estar por vir, algo que esteja fora do molde. E ai está... When All Is Lost é a música fora do molde, balada como as melhores da banda, Russel está praticamente perfeito nessa música, a música transpira sensibilidade e é com certeza ma das melhores do cd, ao contrário das outras ela não trás aqueles riffs pesados e sim mais progressivos, o que pode agradar muito os fãs antigos da banda, a música é longa e tem um solo ótimo de Romeo.
Eletric Messiah é uma ótima música, uma das melhores do cd, pesada e com refrão forte, começa com um riff fantástico e mostra que Russel Allen e Michael Romeo estão inspirados e doidos pra fazer a casa cair com o peso das músicas e que esse cd não será tão diferente do que já ouvimos no primeiro, o solo dessa música é um dos melhores de todo o cd.
Prometheus (I Am Alive) é uma música fantástica, assim como a Iconoclast sabe intercalar bem as partes progressivas com as mais pesadas com uma qualidade impressionante, a música entra para a lista de melhores do cd. As músicas a partir de agora só são encontradas na edição especial.
Em Light Up The Night e Lord Of Chaos o cd volta pro molde... não que as músicas sejam ruins, porquê não são... as músicas são boas, mas é igual tudo aquilo que a banda faz desde The Odyssey em 2004, cada vez mais metal e menos progressivo. O álbum termina com Reign In Madness, uma boa música, tenta fugir do molde com um pedaço mais progressivo, uma das poucas do cd que ultrapassam os 8 minutos, a música mostra bem o que é o novo Symphony X, uma banda de Metal que flerta com o progressivo. Esse cd irá agradar muito os novos fãs da banda, mas nem tanto aqueles mais antigos que se apaixonaram pelo som extremamente progressivo da banda.



Melhores Músicas: 
  • Iconoclast
  • When All Is Lost
  • Eletric Messiah
  • Prometheus (I Am Alive)
Youtube: When All Is Lost



Integrantes:
Russell Allen - Vocal
Michael Romeo - Guitarra
Michael Pinnella - Teclados
Michael LePond - Baixo
Jason Rullo - Bateria



Músicas:
CD 1:
01. Iconoclast (10:51)
02. The End Of Innocence (5:27)
03. Dehumanized (6:47)
04. Bastards Of The Machine (4:56)
05. Heretic (6:24)
06. Children Of A Faceless God (6:20)
07. When All Is Lost (9:10)


CD 2:
01. Electric Messiah (6:13)
02. Prometheus (I Am Alive) (6:46)
03. Light Up The Night (5:03)
04. The Lords Of Chaos (6:09)
05. Reign In Madness (8:37)



Próximo Post: Whitesnake - Forevermore

Sepultura - Kairos

Nota: 9


Sei que muitos não gostam da formação do sepultura sem o grande Max Cavalera, mas eu gosto muito do Derrick e acho que em alguns casos ele é melhor do que o Max. Nesse cd por exemplo Derrick canta com muita força e dá um peso maior as músicas. Enquanto Andreas Kisser tenta inovar com riffs fantásticos e duas guitarras no estúdio, algo bem marcante nos solos. O ponto fraco do cd fica pelo baixo de Paulo Jr. imperceptível na maior parte do cd.

O álbum segue o mesmo esquema dos últimos, A-lex e Dante XXI, é um cd feito inteiro em cima de um conceito. Kairos que é uma expressão grega que quer dizer “momento especial, de grande mudança”. O que realmente acontece, adoro o A-lex, mas a mudança nesse cd é algo visível, muito melhor do que os trabalhos anteriores da banda Kairos vem muito mais pesado, pra não deixar dúvidas o Sepultura voltou a ser o que era com Max.



Logo na primeira música já se nota a diferença, um riff fantástico, vocal muito bom, bateria, tudo muito bem feito, apesar da música não ser tudo aquilo que se espera do Sepultura, mas já se cria uma expectativa muito boa sobre o álbum.
Ai vem Kairos.... uma das melhores do cd e com certeza entrará pra história da banda, Trash da melhor qualidade, tudo na música é simplesmente perfeito... a banda continua com a pegada de Kairos e embala Relentless outra música fantástica, no mesmo esquema da anterior, jorrando raiva pra tudo quanto é lado, com Andreas e Derrick mostrando que estão mais afiados do que nunca, o solo dessa música é algo inacreditável, muito bom.
Depois a banda joga uma faixa chamada 2011 que parece servir apenas pra esfriar um pouco sua orelha, menos de 30 segundos pra quebrar o gelo e voltar com a paulera, ai vem Just One Fix, música cover de Ministry, daquelas que você coloca o som no máximo e enche o peito pra cantar junto, Andreas continua jogando riffs e mais riffs pra alegria dos fãs. Dialog não acompanha o ritmo intenso do cd e caí um pouco apesar dos riffs pesados a música não anima e lembra os últimos cds... mas se vc acha que a partir daqui o Sepultura volta com aquele Trash burocrático dos últimos cds está completamente enganado, a banda joga para os ouvintes simplesmente a melhor música do cd, Mask é tudo aquilo que o fã de Sepultura adora, letras fortes, riffs pesadíssimos, raiva até a última nota, solo fantástico e dá uma vontade enorme de se jogar num bate cabeça.
Depois dessa explosão a banda coloca 1433, faixa igual a 2011, 30 segundos pra você se preparar pra pancada que vem depois. Seethe é fantástica, se alguém ainda tinha duvida que o Sepultura voltou com tudo depois dessa música a dúvida acaba, é paulera do início ao fim, destaque pra bateria de Jean, muito boa, forte e pesada. Born Strong e Embrace the Strom seguem o esquema do cd inteiro, as guitarras, a bateria, o vocal, tudo no mais trash possível sem deixar de lado a qualidade Sepultura que todos conhecem muito bem, as músicas não chegam a ser destaques, mas só porquê o cd está com um nível altíssimo, em outros casos seriam.
Agora vem outra 2011, mas essa com o nome de 5772, ou seja, se prepare que lá vem mais paulera... No One Will Stand é tudo aquilo que o cd tem a mostrar, o peso, a raiva, a volta de uma das maiores bandas de Trash Metal da história. Depois vem mais um cover, Structure Violence (Azzes), não tão boa quanto Just One Fix e nem como a próxima... mas antes do próximo cover vem 4648, outra 2011... agora sim... Firestarter do Prodigy, cover fantástico, perfeito. E pra finalizar o cd uma música 100% Sepultura, Point Of No Return é o fechamento perfeito para esse cd, música com solos ótimos e um vocal muito bom.

Kairos é tudo aquilo que um fã de Sepultura espera, um cd a altura de clássicos da banda como Chaos AD, Arise e Roots. O cd coloca a banda de volta ao topo do Trash Metal junto com bandas como Anthrax, Slayer e Machine Head.


Melhores Músicas:
  • Kairos
  • Relentless
  • Mask
  • Seethe
Youtube: Mask


Integrantes:

Andreas Kisser - Guitarra

Derrick Green - Vocal

Jean Dobabella - Bateria
Paulo Jr. - Baixo

Músicas:
1. Spectrum (4:03)
2. Kairos (3:37)
3. Relentless (3:36)
4. 2011 (0:30)
5. Just One Fix (Ministry cover) (3:33)
6. Dialog (4:57)
7. Mask (4:31)
8. 1433 (0:31)
9. Seethe (2:27)
10. Born Strong (4:40)
11. Embrace the Storm (3:32)
12. 5772 (0:29)
13. No One Will Stand (3:17)
14. Structure Violence (Azzes) (5:39)
15. 4648 (00:29)
16. Firestarter (The Prodigy Cover) (04:30)
17. Point Of No Return (03:24)


Próximo Post: Symphony X - Iconoclast

Anthrax - Worship Music


Nota: 9

Welcome Back Joey Belladonna!!!!!
Não há mais nada a se dizer sobre o álbum novo do Anthrax, a volta de seu vocalista original proporcionou a banda a volta do som que consagrou a banda. O último cd com Belladonna nos vocais foi o clássico Persistence Of Time, parece que esse cd apenas continua de onde Belladonna parou. Cd fantástico, puro Trash Metal, riffs fantásticos, solos incríveis e tudo aquilo que não pode faltar ao som do Anthrax que tanto adoramos, estando logo abaixo dos clássicos Among the Living e o Persistence Of Time.

O cd começa com uma faixa de introdução, e logo depois já embala a primeira paulada do cd Earth On Hell que mostra a todos que valeu a pena esperar oito anos por um cd novo da banda. Música perfeita pra todos os fãs da banda e de Trash Metal, todos da banda estão afiados e entrosados fazendo com que a música seja um grande presente aos ouvidos. Logo depois vem The Devil You Know, que com certeza é a melhor música do álbum, digna de toda a história e status que a banda conquistou, a bateria é fantástica, os riffs de Scott Ian e Rob Caggiano são muito bons, som clássico de Anthrax, com um refrão muito marcante. A banda continua o cd com Fight 'Em Til You Can't, outra música impressionante, uma das melhores do cd, com tudo pra entrar pra história da banda como um clássico, letra forte como as do cd Among the Living, riffs marcantes e rápidos, solo incrível.
A banda caí um pouco com I'm Alive, apesar de ser uma boa música e ter um refrão bem marcante, não empolga como as anteriores, é pesada porém mais cadenciada. E depois de mais uma introdução (Hymn I) a banda volta com tudo, In The End é fantástica, começa cadenciada mas não se engane, ela é uma das mais pesadas do cd e uma letra muito boa assim como o vocal de Belladonna, uma das melhores composições da história da banda. Em The Giant a velocidade volta, é uma música pesada com um jogo de vocais muito interessante, é um prato cheio para os Headbangers de plantão, outra música muito boa para esse cd fantástico. Depois de Hymn II vem Judas Priest, uma homenagem a clássica banda de Heavy Metal inglesa muito bem feita, também cheia de riffs e levadas de bateria muito inspiradas.
Em Crawl banda trás o que parece ser uma balada, a música tem uma levada leve e tranquila mas no refrão a banda sobe o som e joga um riff mais pesado. O álbum termina com The Constant e Revolution Screams, a primeira é bem ao estilo Pantera de Trash Metal, a mais pesada do cd, com vários riffs de alta qualidade com vocais e solos muito inspirados, enquanto a segunda e última do cd é mais rápida e com o mesmo peso, termina o cd com estilo, a bateria dessa música é algo inacreditável, os solos, tudo... a música é quase perfeita, o que atrapalha são os 15 minutos de música, que acaba forçando um pouco, porém não se engane esses 15 minutos são muito bem dosados, pois a música "acaba" com pouco mais de 6 minutos e só vai voltar lá pro décimo primeiro minuto, portanto não desligue o rádio, não tire o cd, porquê se o fizer perderá uma música fantástica que acaba com o cd, a volta tem um riff e uma levada de bateria muito interessante e agradável, muito bom... inesperado.

O único problema do cd é o intervalo enorme dentro da última música. De resto o cd é perfeito, o melhor da banda desde o Persistence Of Time de 1990, vale a pena conferir, espero que com a volta de Belladonna nos vocais o Anthrax continue a fazer cds como esse.

Melhores Músicas:

  • The Devil You Know
  • Fight 'Em Til You Can't
  • In The End
  • The Constant
Youtube: The Devil You Know


Integrantes:
Joey Belladonna - Vocal
Scott Ian - Guitarra
Rob Caggiano - Guitarra
Charlie Bennante - Bateria
Frank Bello - Baixo

Músicas:

1. Worship (intro) (1:40)

2. Earth on Hell (3:10)

3. The Devil You Know (4:46)

4. Fight Em Til You Can t (5:48)

5. I m Alive (5:36)
6. Hymn I (0:38)
7. In the End (6:48)
8. The Giant (3:47)
9. Hymn II (0:44)
10. Judas Priest (6:24)
11. Crawl (5:29)
12. The Constant (5:01)
13. Revolution Screams (15:54)

Próximo Post: Sepultura - Kairos

Dream Theater - A Dramatic Turn Of Events


Nota: 10

CD PERFEITO!!!! completamente impecável do começo ao fim. Sou fã incondicional do Portnoy, mas tenho que admitir que não senti falta nenhuma dele nesse álbum, Mike Mangini substituiu com maestria a posição de baterista do Dream Theater e informo aqueles que esperam que Portnoy volte algum dia para banda que desistam pois a banda parece revigorada com a sua saída.
Me impressiona como o Dream Theater produz muito bem quando há alguma mudança na formação da banda, pra quem não lembra o primeiro cd de LaBrie na frente dos vocais foi com o Images and Word em 1992 e o primeiro de Jordan Rudess foi o Metropolis pt.2: Scenes From A Memory, ambos considerados clássicos da banda. Esse cd não é diferente desses dois e com certeza entrará pra história de clássicos da banda.

O álbum começa com uma música que apesar de lembrar os últimos cds da era Portnoy mostra muito mais participação do teclado de Rudess, a música é forte, tem um refrão bem marcante e riffs extraordinários. A partir da segunda música o Dream Theater mostra que esse cd será especial e muito diferente dos últimos... a música é pesada e curta para os padrões Dream Theater, mas sem deixar se lado o lado progressivo que consagra a banda. Lost Not Forgotten é um espetáculo, tudo aquilo que se espera da maior banda de Metal Progressivo do mundo. This Is The Life é uma balada como as melhores que a banda já fez... essa música me lembrou muito a The Spirit Carries On... a voz do LaBrie está perfeita no cd inteiro e nas baladas como essa fica evidente a perfeição da sua voz.
Quem pensou que está na hora de abaixar um pouco o som ou pular algumas músicas se enganou profundamente pois as músicas agora são as melhores do cd... Bridges In The Sky e Outcry são verdadeiras obras primas... músicas tecnicamente perfeitas com refrões fantásticos em que enchemos os pulmões para cantar junto, com muitas passagens complicadas e com tempos quebrados o que já era progressivo vai ao seu extremo o que mostra toda a qualidade de Mangini na bateria para acompanhar a banda.
Em Far From Heaven a banda mostra toda a sua sensibilidade com uma melodia super tocante, uma letra triste e mais um vocal perfeito, a grande sacada da música é que ela conta somente com o vocal e o teclado, sem guitarra, baixo ou bateria. Breaking All Illusion é o ápice do cd, é progressiva ao extremo, a guitarra de Petrucci é perfeita durante todo o álbum mas nessa música parece que ele consegue superar isso, o solo dessa música é simplesmente um dos melhores que já ouvi... lembrando muito Pink Floyd, mas sem deixar de ser Dream Theater. O cd fecha com chave de ouro, Beneath the Surface é mais uma balada, a terceira do cd, assim como This Is The Life muito boa e com um vocal impecável e um solo de teclado muito bom.

O cd é com certeza um dos mais bem produzidos da banda, com todos os seus integrantes em uma fase maravilhosa, Rudess é um destaque no álbum já que vinha aparecendo menos nos últimos cds da banda, LaBrie também é um destaque positivo, sabendo dosar muito bem sua voz potente nas partes pesadas e com uma voz suave e fantástica nas baladas. Cd perfeito pra colocar no rádio no volume máximo e escutar do começo ao fim, cd daqueles que todo mundo deveria ter.

Melhores Músicas: TODAS!!!


Youtube: On The Backs Of Angels



Integrantes:
  • John Petrucci - Guitarra
  • Jordan Rudess - Teclado
  • Mike Mangini - Bateria
  • James LaBrie - Vocal
  • John Myung - Baixo


Músicas:
  1. On the Backs of Angels (8:46)
  2. Build Me Up, Break Me Down (6:59)
  3. Lost Not Forgotten (10:11)
  4. This is the Life (6:57)
  5. Bridges in the Sky (11:01)
  6. Outcry (11:24)
  7. Far from Heaven (3:56)
  8. Breaking All Illusions (12:25)
  9. Beneath the Surface (5:26)

Próximo Post: Anthrax - Worship Music

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Machine Head - Unto The Locust

Nota: 9

Álbum fantástico, com certeza um dos melhores da banda, podendo facilmente ser igualado ao Burn My Eyes e ao The Blackening no topo da lista. O cd é muito pesado como de costume mas traz algumas inovações que caíram muito bem ao som da banda, as guitarras estão afiadas e muito bem acompanhadas pelo baixo e bateria e um vocal ensurdecedor de Rob Flynn, é uma verdadeira explosão de Trash Metal.

O cd começa com I Am Hell, uma música que expressa toda a raiva necessária para um bom cd de trash metal e ainda conta com um começo épico que dá um toque diferente a música, que é fantástica e uma das melhores do cd. Em Be Still And Know a banda mostra que não está pra brincadeira e continua a distribuir ótimos riffs, um refrão marcante e um solo fantástico o que não é bem uma novidade aos fãs da banda. Agora é a vez do single... Locust... com certeza a melhor música do cd, a música tem uma qualidade inacreditável e que pode ser comparada com composições de bandas como Metallica e Megadeth.
This Is The End não fica atras e também traz um peso e uma raiva muito característicos do som da banda, apesar de começar com um riff mais cadenciado e entra para as melhores desse cd com méritos. Darkness Within é meio que uma balada pesada muito boa, o destaque da música fica por conta do vocal muito bom de Rob Flynn. Em Pealr Before The Swine todo o peso da banda volta com tudo, com um som de ensurdecer qualquer um, música muito boa, mais uma pro cd, riffs fantásticos como de costume e mais um solo de cair o queixo. Who We Are começa com um coro feito por crianças muito interessante e logo depois vem a paulera com que estamos acostumados, a música tem uma letra forte e uma levada pesada muito boa e um refrão marcante.
Aí vem o grande equívoco do cd, as músicas bônus... começa com The Sentinel apesar de gostar muito de Judas Priest não acho que o Machine Head deveria colocar músicas covers nos cds. Eu sei que isso pode chamar a atenção de alguns e ajudar a vender, mas uma banda como o Machine Head não precisa disso... fizesse como o Metallica e lança-se um cd inteiro de covers. Witch Hunt segue o mesmo princípio... sou fanático por Rush, é uma das minhas bandas preferidas, mas poderia ter dado lugar a mais uma música inédita do Machine Head. O cd termina com uma versão acústica de Darkness Within o que até era esperado depois de se ouvir a versão original, ficou legal, versão muito bem feita.
O álbum é fantástico, uma ótima pedida pra todos os que gostam de um bom Trash Metal.

Melhores Músicas:
  • I Am Hell
  • Locust
  • This Is The End
  • Who We Are
Youtube: Locust



Integrantes:
Rob Flynn - Guitarra e Vocal
Phil Demmel - Guitarra
Adam Duce - Baixo
Dave McClain - Bateria

Músicas:
1 - I Am Hell (Sonata in C#) (8:25)
2 - Be Still And Know (5:43)
3 - Locust (7:36)
4 - This Is The End (6:11)
5 - Darkness Within (6:27)
6 - Pearls Before The Swine (7:19)
7 - Who We Are (7:11)
8- The Sentinel (Bônus Track) (5:08)
9- Witch Hunt (Bônus Track) (4:46)
10- Darkness Within (Bônus Acoustic Track) (5:05)

Semana que vem: Dream Theater - A Dramatic Turn Of Events

domingo, 6 de novembro de 2011

Megadeth - Th1rt3en

Nota: 8

Analise: Com certeza um grande cd... com um som bem característico e familiar aos fãs de Megadeth. O cd começa muito forte com três músicas dignas de toda a expectativa que o álbum teve, puro Megadeth cheio de riffs e solos. Depois o cd cai um pouco da uma esfriada, com riffs bons mas abaixo do que se espera de Dave Mustaine e Chis Broderick... Na Never Dead sexta música do cd a paulera volta pra alegria dos fãs mostrando que o Megadeth voltou com tudo, as músicas daqui pra frente são boas lembrando muito o som do Countdown to Extinction. Mas quem achou que o cd acabou está muito enganado pois o melhor ainda está por vim... 13 a última faixa do álbum que é basicamente o sentido do cd ser feito... ser o décimo terceiro cd da carreira de Mustaine e como ele mesmo diz um número que dá sorte para ele... A música é um verdadeiro clássico, é épica como poucas na história do Megadeth, resumi muito bem o que é o Megadeth e é com certeza a melhor música do cd, fechando com chave de ouro mais um álbum fantástico dessa banda que dispensa comentários. É um cd que recomendo a todos!!!

Melhores do CD:
  • Sudden Death
  • Public Enemy No. 1
  • 13
Youtube: Public Enemy No. 1


Formação:
DAVE MUSTAINE - vocal, guitars
DAVID ELLEFSON - bass
CHRIS BRODERICK - guitars
SHAWN DROVER - drums

1. Sudden Death (5:09)
2. Public Enemy No. 1 (4:15)
3. Whose Life (Is It Anyways?) (3:50)
4. We the People (4:33)
5. Guns, Drugs & Money (4:19)
6. Never Dead (4:32)
7. New World Order (3:56)
8. Fast Lane (4:04)
9. Black Swan (4:10)
10. Wrecker (3:51)
11. Millennium of the Blind (4:15)
12. Deadly Nightshade (4:55)
13. 13 (5:49)

Primeira Postagem

Essa é a minha primeira postagem espero que de muitas... há muito tempo vendo analisando os cds de bandas que gosto e sempre de uma maneira meio crítica, mas sem deixar de lado todo o carinho que tenho pelas bandas e tinha a vontade de fazer um blog dedicado somente a isso... sem notícias, sem datas de shows nem nada... simplesmente a analise de cds de estúdio das bandas que gosto e acompanho.

Todos os posts terão um mesmo esquema... o nome da banda e do cd... uma nota que darei ao cd depois de escutá-lo atentamente, nota sempre dada em relação aos outros trabalhos da banda em questão... a nota em si não diz se uma banda é melhor q outra, não há comparação de bandas e sim de cds dentro de uma mesma banda... uma breve descrição do cd, as melhores músicas e a "ficha técnica" do cd com nome dos integrantes, das músicas e tempo das músicas.

Espero que todos leiam esse blog com o mesmo entusiasmo que eu o escrevo.
Lets keep on rockin' till we die!!!!